Trend hits: Greek Dressing

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Um dos estilos mais marcantes da história da indumentária, o Greek Dressing vem trazendo uma série de referências estéticas que revelam uma elegância moderna com uma pitada de ousadia. Isso porque, durante o período grego, a vestimenta da nobreza era baseada em tecidos retangulares com alças retorcidas, um trabalho de franzido localizado na região que vai do busto à cintura e, claro, fluidez. Ao longo do tempo, diversas marcas apresentaram criações inspiradas na Grécia antiga, cada uma propondo uma conexão com sua identidade. Um exemplo? Para o Resort 2018, o então diretor criativo da Chanel, Karl Lagerfeld, transformou o Grand Palais em uma ruína grega e desfilou uma coleção rica em tweed, metalizados e estampas, formatada tanto em shapes tradicionais quanto em conjuntos com ar urbano – como o cropped top e minissaia. Lembro que foi um dos grandes destaques da estação.

Nas passarelas de Inverno 2019 da Haute Couture, algumas grifes provaram que o movimento grego é um dos queridinhos da temporada – e que, acima de tudo, aborda um tipo de sofisticação e modernidade em um tom altíssimo. Para a Redemption, franzidos, fenda, leveza e nós nas alças e cintura. Repare que entre os códigos da tendência sempre há pele em evidência, seja com drapeados ou recortes. Para o modelo, a marca investiu também no combo assimetria + babados na barra, dando pontos a mais para o romantismo. Sob o comando de Pierpaolo Piccioli, a Valentino optou por um longo com top recortado, alças com aplicação de capa e uma transparência sutil na saia de seda. Tudo bem chique e suave. Já na Ronald van der Kemp, a sua deusa grega usa um vestido de modelagem menos volumosa, com sobreposição da franzido que vai do quadril ao top.

Em caminhos menos óbvios, mas com alta dosagem Greek, a estrutura das peças características ganharam novos formatos. Para a Azzaro, o evening dress surgiu com bordados de brilhos, recorte na cintura, fenda e uma alça única – sem aquela imagem clássica de pureza e delicadeza, mas, sim, com ar de poder. Para a Dior, Maria Grazia Chiuri trabalhou a referência de um jeito cool e super jovem. Ela elegeu o longo, com mangas amplas (quase morcego) e uma fina corda para marcar a cintura. Veja como a diretora criativa uniu a estética com uma estampa-manifesto “Are clothes modern?”. Muito coerente com os questionamentos que os fashionistas estão se fazendo – e importante como pauta entre o público. Com a ideia de brincar com um pouco de volume no decote one shoulder, a Dundas apostou no contraste do tecido esvoaçante e fino com elementos pesados, como o cinto largo (com ar de corset) e as fishnets – match que vale como inspiração para novas misturas de estilos e materiais.

 



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Trend hits: Wild Life na Couture

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O animal print, diferente do que era visto no passado, carrega uma simbologia de versatilidade e elegância que substitui completamente os conceitos de exagero. Na moda, essas regras do que pode ou não ser usado já caiu por terra. Hoje, ele é uma das padronagens que mais ganha destaque na moda do dia a dia e, claro, chegou à passarela de Haute Couture com um nível altíssimo de sofisticação, contracenando com modernidade e uma pitada de sensualidade (característica intrínseca da estampa). Para a temporada de Fall 2019, boas surpresas que surgiram em diversas grifes.

Com sua dose poderosa de ousadia, a Dundas trouxe uma combinação de padrão tigrado em um vestido com recortes na cintura e maxifenda que parte da altura do quadril. Para dar ainda um final touch, as bordas da peça têm bordados brilhantes. Na Ralph&Russo, Tamara Ralph e Michael Russo apresentaram um modelo com estampa de leopardo, de gola alta, mangas longas, com franjas na barra e punhos. Para a Jean Paul Gaultier, o longo traz cavas livres (mas que encontram longas luvas de couro) e uma proposta de full look com motivo oncinha que varia de proporções, sendo algumas manchas menores, outras maiores.

No cenário dos sonhos da Valentino, o estilista Pierpaolo Piccioli investiu no all printed dress com um toque de modernidade de um jeito cool. Além das pintas conterem contraste de miolo branco, o fundo é terroso camelo monocromático – diferente daquela variação de tons usada pela Jean Paul Gaultier. Outro ponto alto do look foi a brincadeira de volumes nas mangas. Chique e jovem na medida!

Nas coleções, algumas outras tendências também se aliaram ao animal print de formas super desejáveis. Julie de Libran trouxe a transparência como elemento importante para o vestido de onça com manchas maxi. Já Zuhair Murad, que não dispensa a opulência em suas criações, apostou no contraste entre o fundo amarelo e a estampa representada por uma camada de brilho de maneira impactante e luxuosíssima. Na Valentino, além do longo volumoso, a marca optou por transitar entre diversas proporções da padronagem – enquanto o vestido brinca com variações dos tamanhos das pintas, o casaco midi apresenta o motivo ampliado e com mix de texturas – repare na aplicação metalizada. Enquanto algumas grifes seguiram a mesma estética de print para o visual, Ronald van der Kemp misturou zebra e leopardo na produção.

Pronta para se inspirar nas passarelas de Couture? Elas servem como boas referências para tirar o estilo da zona comum. Mesmo trazendo um universo sem limites de materiais e formas, sempre vale experimentar alguns dos caminhos usados pelos diretores criativos para dar vida ao que você já tem em casa e precisa de um toque extra. Zebra e oncinha? Pode – e deve – ser uma combinação versátil. Brilhos? Sim, sempre que sentir que é indispensável e vai dar aquele ponto de luz perfeito para o look.



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Sheila Hicks no The Bass Museum of Art

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Além de todo o universo fashionista se destacar nas últimas semanas, Miami também é conhecida por ser um dos destinos mais queridinhos entre os apaixonados por arte e design. Afinal, é lá que acontece a Art Basel, evento de grande importância no universo artístico.

Se você está com passagem marcada para a cidade até o final do mês de setembro, saiba que o Bass Museum of Art está com uma a exposição chamada “Open Field”, da artista americana Sheila Hicks. Ela é considerada a responsável por consagrar o retorno do têxtil ao campo da arte. Suas obras, há mais de meio século, oscilam entre arte, design, artesanato e arquitetura.

A mostra Campo Abierto explora os diversos aspectos formais, sociais e ambientais dos cenários que estiveram presentes ao longo da carreira de Sheila Hicks. São vários grandes formatos de instalações, bem como trabalhos mais intimamente dimensionados, que utilizam e transformam a arquitetura das galerias do The Bass. A seleção de obras mostra uma combinação entre várias linguagens, que atravessam ondas e padrões complexos de imigração, ao lado de preocupações ambientais. Tudo de uma forma colorida, trazendo destaque para as texturas dos fios, algumas vezes trabalhadas de maneira linear, outras em propostas irregulares, criando efeitos especiais.

Minha gratidão aos artistas que através de sua sensibilidade traduzem e transmitem em suas obras o que precisamos aprender e entender enquanto estamos aqui na Terra. Sheila Hicks e sua “Escalada além das cores da terra“. E eu diria escalada além de todas as diferenças, porque, afinal, somos todos humanos. We are one. Que possamos internalizar novas atitudes para melhores relações.



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Dia do Folclore Brasileiro

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O "Dia do Folclore Brasileiro" é comemorado dia 22 de agosto. A data foi oficializada pelo presidente Humberto Castelo Branco, em 17 de agosto de 1965 por meio do Decreto nº 56.747.

A palavra folclore foi utilizada pela primeira vez em 22 de agosto de 1845, pelo pesquisador britânico William John Toms, ao escrever um artigo sobre lendas, costumes e superstições. A palavra folclore derivou da expressão inglesa folklore utilizada por Toms, que significa sabedoria popular.

O folclore é definido como um conjunto de costumes, crenças, contos, mitos, músicas, danças, festas populares e outros aspectos, em diversas culturas e regiões do país. No Brasil, os principais estudiosos da área foram Renato Almeida (1.895-1.981), Mário de Andrade (1.893-1.945) e Luís da Câmara Cascudo (1.898-1.986).

Entre as atividades folclóricas destacam-se: cantigas de roda, samba de roda, maracatu, samba de roda, catira, afoxé, frevo, quadrilha, festa junina, bumba meu boi, folia de reis, carnaval e diversos outros. Os personagens folclóricos da cultura popular são conhecidos como saci-pererê, curupira, caipora, boitatá, iara, cuca, boto cor de rosa, mula sem cabeça, bicho papão, lobisomem, negrinho do pastoreiro, etc.

As lendas e os mitos  passados de geração em geração, foram histórias criadas e contadas pela população com objetivo de transmitir alguma mensagem ou assustar pessoas. Conheça algumas histórias tradicionais:

  • O Lobisomem: o sétimo filho homem nasce com essa condição, ou seja, transforma-se em lobo em noites de lua cheia, voltando à forma humana apenas ao amanhecer;
  • O Curupira: um ser habitante da mata, de baixa estatura, cabelos vermelhos e pés invertidos. Os pés ao inverso são para deixar pegadas enganosas e confundir caçadores. O propósito dele é proteger a natureza e os animais;
  • O Saci pererê: é conhecido como um menino travesso. Gosta de montar em cavalos e dar nó em suas crinas, dá risadas alegres e gosta de assobiar. Ele possui uma perna, é de cor negra, usa um gorro vermelho e fuma cachimbo. Sempre aparece e desaparece de forma misteriosa;
  • A mula sem cabeça: a história fala de uma mulher que foi amaldiçoada por ter se relacionado com um padre. De acordo com a lenda, toda mulher que se envolvesse com um padre se transformaria na mula sem cabeça que solta fogo pelo pescoço.

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Must visit: Aventura Mall

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Miami é conhecida como um dos paraísos de compras entre os fashionistas. Isso porque lá se concentra uma grande quantidade de boutiques das principais marcas de moda, claro, além de ser um destino delicioso – afinal, a atmosfera da cidade tem boas vibrações e aquela vista deslumbrante do mar.

Durante meus dias por lá, para acompanhar a Miami Swim Week, tive experiências especiais no Aventura Mall, um dos principais shoppings para fazer compras nos Estados Unidos. Há desde as principais department stores, como a Nordstrom e Bloomingdale’s, às 300 lojas, incluindo Apple, Adidas, Anthropologie, Burberry, Cartier, Givenchy, Gucci, H & M, Louis Vuitton e Sephora. Ou seja, independente da necessidade, é provável que você não saia de lá sem uma sacola na mão.

O F*Hits team teve uma tarde de curadoria por lá e conhecemos de perto os lançamentos de diversas labels. Enquanto Natasha Pinheiro elegeu seu full look verde na Carolina Herrera, Ana Clara Benevides investiu no vestido all golden da grife italiana Flavio Castellani.

Além de ser um hotspot de moda, o Aventura Mall também reúne o melhor da beleza, gastronomia e lifestyle de Miami. No que diz respeito aos restaurantes, há uma diversidade de opções. Na lista de nomes, há o Divieto Ristorante, que traz uma série de pratos que combina algumas das receitas tradicionais da Itália com toque contemporâneo internacional; já o Beluga Bar é exatamente o ponto para experimentar frutos do mar frescos – com destaque para ostras e lagostas. 

Momentos incríveis para vivenciar em solo norte-americano. É interessante ver como fazer compras pode trazer outras experiências que vão além do consumo em si. Se for em Miami, ainda vale dar aquela escapadinha para ficar à beira mar.



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Dia do Estudante

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O "Dia do Estudante" é comemorado no Brasil dia 11 de agosto. A data é celebrada desde 1927, ano que completou o centenário da criação dos cursos de Direito no país.

No dia 11 de agosto de 1.827, Dom Pedro I autorizou os primeiros cursos superiores em Direito, localizados em Olinda (PE) que deu origem à Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a outra em São Paulo (SP), que deu origem à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

As primeiras instituições voltadas ao ensino superior que surgiram no Brasil foram em 1808, como as academias de Cirurgia e Anatomia, da Guarda Marinha, alguns anos depois de Agricultura, de Pintura e Escultura, entre outras.

Apesar da existência de outros cursos antes do curso de Direito, o Dia do Estudante tem como menção o Direito pois o mesmo marcou a história da educação no país. A USP foi fundada em 1.930 e antes de sua criação, foi um ponto significativo para reunir pessoas que debatiam sobre pensamento crítico cultural, sociológico, antropológico, jurídico e político. Os acadêmicos de bacharéis em Direito discutiam ideias como abolicionismo, republicanismo, conservadorismo, liberalismo, entre outros. Por este motivo, o Direito tornou-se referência em comemoração ao Dia do Estudante.

Nesta mesma data, 11 de agosto, onde surgiu a área jurídica no território brasileiro, também é comemorado o "Dia do Advogado". 

Ilustração: tynyuk / Shutterstock.com

O "Dia Internacional do Estudante" é celebrado mundialmente em 17 de novembro. A data homenageia um grupo de estudante da antiga Tchecoslováquia, que lutou contra nazistas que invadiram o país durante a Segunda Guerra Mundial. A Federação Central de Estudantes Tchecoslovacos, em 1.939, foi invadida e muitos estudantes foram mortos e outros levados para campos de concentração.

No ano de 1941, em Londres, por meio da iniciativa do Conselho Internacional de Estudantes, o Dia Internacional do Estudante foi formalizado em 17 de novembro, como forma de recordar a bravura dos alunos que lutaram por seus direitos.

O Dia do Estudante ressalta a importância e a necessidade dos estudos na vida dos cidadãos. Todos têm direito à educação, como previsto no Art. 205 da Constituição Federal de 1.988: "A educação, direito de todos, e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)  e a Constituição Federal devem ser seguidas e executadas pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. As regulamentações garantem o direito à educação, na educação básica (infantil, fundamental e ensino médio) e educação superior. Na educação superior, não é exigido que os Estados garantam que todos os cidadãos cursem esta modalidade, no entanto, devem garantir que a população tenha acesso público e gratuito a ela.

O investimento financeiro na educação ainda não é o suficiente para proporcionar aos brasileiros ensino de qualidade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os índices de analfabetismo, de evasão escolar e falta de acesso aos estudos são muito elevados. Em muitos lugares a população sofre ainda pela falta de profissionais, de material didático, de estabelecimento e até mesmo com a distância percorrida diariamente para chegar ao local de estudo.

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Dia da Liberdade de Pensamento

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Em 14 de julho é comemorado mundialmente o "Dia da Liberdade de Pensamento". A data celebra a importância deste direito conquistado ao longo dos séculos.

De acordo com registros históricos, a primeira iniciativa de definição dos direitos fundamentais e de liberdade do homem foi por meio da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, aprovada pela Assembleia Constituinte da França em 26 de agosto de 1789. Nesta mesma data, ocorreu a Queda da Bastilha, evento que marcou o início da Revolução Francesa.

A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão serviu de inspiração para Constituições Francesas, para a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) - criada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.

Nos artigos XVIII e XIX da DUDH estão expostos os respectivos trechos:

"Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular";

"Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras".

Ilustração: Benjavisa Ruangvaree Art / Shutterstock.com

A liberdade de pensamento, também ligada à liberdade de consciência, de opinião e de ideia, é a autonomia que o indivíduo possui de expor sua opinião sobre um fato por exemplo, independente da visão de outra pessoa.

O ato de pensar é totalmente livre, no entanto, somente cada pessoa pode controlar aquilo que vai exteriorizar. Apesar de livre, a manifestação de pensamento é passível de exame pela justiça, podendo haver responsabilidade civil e penal de seus autores.

O "Dia da Liberdade de Pensamento" tornou-se uma data comemorativa devido às grandes conquistas do ser humano ao longo dos anos. A sociedade que sempre foi condicionada e limitada aos padrões estabelecidos, onde muitas pessoas eram castigadas e punidas por suas opiniões, a partir da Idade Contemporânea (1.978 até os dias atuais) passam a ter seus direitos declarados e garantidos, ainda que necessite de melhoria e progresso constantes.

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QG Fhits em Miami

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Após os dias na Europa, com a agenda de cobertura da Semana de Alta Costura e algumas visitas especiais, desembarcamos em Miami para o nosso QG na cidade e acompanhar a Miami Swim Week. Sem dúvida, um momento para aproveitar as boas vibrações e todo o clima de veraneio com toque fashionista.

Desta vez, o nosso QG foi no Complexo Bal Harbour Miami, localizado ao norte de Miami Beach. Ele é composto por hotéis de luxo a beira mar, resorts, residências, com aquele ar luxuoso em ambiente ao ar livre. Por lá, um cenário dos sonhos com direito a palmeiras e uma vista deslumbrante para a praia.

Para as boas-vindas do hotel The St. Regis, tivemos um almoço na Villa. Trata-se de cabanas estilosas e aconchegantes que possuem ar condicionado, TV de tela plana, mini-bar, banheiro e ducha e rede wi-fi. O ponto único é que elas podem ser alugadas mesmo sem a pessoa ser hóspede. O cardápio do nosso special lunch contou com pratos de frutos do mar acompanhados de french fries.

Para o jantar, a experiência foi no restaurante Atlantikos, St. Regis Bal Harbour. O chef grego Anastasios Chasekioglou apresentou um cardápio inusitado com iguarias importadas da Grécia, como o queijo Manouri de Grevena, favas de Santorini, o moussaka cozido e entradas que
incluem massas artesanais de Karpathos, servido com azeitonas pretas ao molho de tomate fresco. O ambiente traz clássicas características do país europeu – tem ambiente clean, em
tons azul e branco.

Dentro do line-up da Miami Swim Week, uma marca de alma brasileira, que mostra o porquê o nosso país tem um DNA de moda praia fortíssimo. A estilista Sinesia Karol nasceu em Vitória e foi viver em Boston aos 19 anos. Após um tempo vivendo por lá, ela notou que as mulheres não tinham muitas opções de beachwear. Hoje, Sinesia faz coleções de resort com toque sofisticado, trabalhando com materiais como lycra, seda e chiffons, com confecção handmade. Além de estar em Trancoso e em várias multimarcas nacionais, a sua marca de entrar com exclusividade ao e-commerce do Shopping Cidade Jardim.

Em Miami, conhecemos a coleção Capri 2020, que destacou estampas florais e poás, aplicações de franjas, recortes, babados e sobreposições em maiôs, biquínis e saídas de banho. A cartela de cores traz desde os vibrantes, como laranja, aos tons pastel, passando pelos neutros. 

Momentos incríveis de celebração da nossa moda brasileira em Miami. Sempre acompanhada de pessoas especiais e aproveitando o máximo para absorver as good vibrations em dias ensolarados pertinho do mar.



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Plantas vasculares sem sementes

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As plantas vasculares sem sementes são aquelas que possuem tecido condutor, ou seja, xilema e floema. A presença desses tecidos contribuiu para o sucesso das plantas na ocupação do ambiente terrestre. O xilema é um tecido que conduz água e sais minerais, ao passo que o floema conduz açúcares e outros compostos orgânicos produzidos pelas folhas. As substâncias transportadas pelo xilema recebem o nome de seiva xilemática, e as transportadas pelo floema constituem a seiva floemática. A capacidade de sintetizar lignina foi iniciada neste grupo de plantas. A adição de lignina à parede celular das células de sustentação e do xilema tornou-as rígidas, permitindo que as plantas se mantivessem eretas e alcançassem grandes alturas. Essas plantas apresentam raiz, caule e folhas, porém as flores e sementes estão ausentes.

Apesar de exibirem caracteres evolutivos novos, como os relatados acima, as plantas vasculares sem sementes ainda compartilham certas características em comum com as briófitas, como a dependência da água para a reprodução. Existem cerca de 13.500 espécies pertencentes a este grupo de plantas, que ocupam os mais variados ambientes, sendo conhecidas espécies terrestres, aquáticas, trepadeiras e também epífitas (plantas que vivem sobre outras, porém não retiram nutrientes, só as utilizam como apoio) (Figura 1). Dessa forma, apresentam uma grande diversidade de tamanhos, desde plantas muito pequenas, com 2 centímetros de comprimento, até árvores com mais de 10 metros de altura.

Figura 1. A diversidade de pteridófitas é ilustrada por alguns representantes desse grupo. (A) Esporófito com estróbilos (seta) em Lycopodium dendroideum, representante do filo Lycopodiophyta. (B) Selaginella, outra espécie pertencente ao filo Lycopodiophyta. (C) Samambaia, uma representante do filo Pteridophyta. (D) Espécie de samambaia epífita. (E) Ramos férteis e (F) ramos vegetativos de uma espécie de cavalinha. Observar os estróbilos (seta). Fotos: (A) Jeff Holcombe, (B) GOLFX, (C) Efetova Anna, (D) Amit kg, (E) Teresa Otto, (F) LEONARDO VITI / Shutterstock.com

Como ocorre em todas as plantas, as plantas vasculares também apresentam em seu ciclo de vida uma alternância de gerações, ou seja, elas passam por uma fase haploide (n), denominada de gametófito, que se alterna com a geração diploide (2n), conhecida como esporófito. No gametófito ocorre a produção de gametas e também a formação do zigoto, através da união do gameta masculino ao gameta feminino. O zigoto irá se dividir e formar o embrião, que dará origem ao esporófito. Através da meiose, o esporófito produz os esporos, que irão gerar novos gametófitos, completando o ciclo. Diferentemente das briófitas, nas plantas vasculares predomina-se a fase esporofítica (2n), a qual é maior, mais complexa. O gametófito (n) é pouco desenvolvido e contribui para a nutrição do esporófito apenas no início do seu crescimento. Com a formação de raízes e folhas, o esporófito não depende mais do gametófito, o qual regride.

As plantas vasculares podem ser classificadas em homosporadas (ou isosporadas) e heterosporadas, de acordo com o tipo de esporo produzido. Quase todas as plantas vasculares sem sementes são classificadas como homosporadas, que são plantas produtoras de apenas um tipo de esporo, originando um gametófito bissexuado, isto é, que exibe tanto anterídios (locais de síntese dos gametas masculinos) como arquegônios (locais de síntese dos gametas femininos). Para evitar a autofecundação, nessas espécies os anterídios não amadurecem ao mesmo tempo que os arquegônios. Todas as plantas com sementes (angiospermas e gimnospermas) e apenas algumas plantas vasculares sem sementes são heterosporadas, ou seja, possuem dois tipos de esporos. As regiões nas plantas que produzem esporos são conhecidas como esporângios. Os esporos são chamados de micrósporos e megásporos e são produzidos no microsporângio e no megasporângio, respectivamente. Os microsporângios originam os gametófitos masculinos, denominados microgametófitos, e os megasporângios formam os gametófitos femininos, chamados de megagametófitos. Esses dois gametófitos são extremamente reduzidos quando comparados com as estruturas das plantas homosporadas.

São reconhecidos seis filos de plantas vasculares sem sementes: Rhyniophyta, Zosterophyllophyta, Trimerophyta, Progymnospermophyta, Lycopodiophyta e Pteridophyta. Destes, os quatro primeiros são grupos extintos e apenas os dois últimos possuem representantes atuais, por isso foram escolhidos para serem abordados nesse texto. As plantas pertencentes aos filos Rhyniophyta, Zosterophyllophyta e Trimerophyta possuíam estruturas simples e prosperaram no período Devoniano. Acredita-se que os membros do filo Progymnospermophyta possam ter sido os ancestrais das angiospermas e gimnospermas.

O filo Lycopodiophyta é formado por aproximadamente 1.200 espécies. Os representantes mais comuns deste filo são os licopódios e a Selaginella (Figuras 1A e B). Os licopódios apresentam um esporófito constituído por um rizoma ramificado, do qual se desenvolvem os ramos aéreos e as raízes. Rizoma é um tipo de caule que cresce horizontalmente. Essas plantas possuem folhas que contêm características estruturais consideradas evolutivamente primitiva, sendo chamadas de microfilos. São homosporadas, tendo os esporângios desenvolvidos sobre a superfície de microfilos modificados, que recebem o nome de esporofilos. Dependendo da espécie, os esporofilos podem ser fotossintetizantes ou não, estando estes últimos agrupados em estruturas denominadas estróbilos, que estão localizadas na extremidade dos ramos aéreos. A germinação dos esporos dos licopódios origina gametófitos bissexuados que podem ser lobados e fotossintetizantes ou podem ser subterrâneos, estando associados com fungos e não realizarem fotossíntese. O ciclo de vida dessas plantas está ilustrado na figura 2.

Figura 2 – Esquema do ciclo de vida de um licopódio. Ilustração: Kazakova Maryia / Shutterstock.com

A Selaginella é um gênero de plantas que possui uma distribuição majoritariamente tropical, podendo crescer em locais úmidos ou desérticos (Figura 1B). O esporófito dessas espécies é similar ao dos licopódios, com a ocorrência de microfilos e esporofilos organizados em estróbilos, porém um apêndice pequeno em forma de escama, denominado lígula, está presente na base dessas estruturas. São heterosporadas, com gametófitos unissexuados. Cada esporofilo forma um único esporângio em sua face superior, entretanto ambos os tipos ocorrem no mesmo estróbilo.

A maior parte do filo Pteridophyta é formado por samambaias, porém análises moleculares mostram que as cavalinhas, antes consideradas um filo separado, representam uma segunda linha evolutiva das pteridófitas, por isso estão agrupadas neste filo (Figuras 1C-F). As samambaias são abundantes nos registros fósseis desde o período Carbonífero até o presente. Existem aproximadamente 11.000 espécies atuais, sendo o segundo maior e mais diversos grupo de plantas, perdendo apenas para as angiospermas. A ocorrência de samambaias é maior nos trópicos, onde são encontradas cerca de 3/4 das espécies.

As samambaias são, na sua maioria, homosporadas (Figuras 1C e D). Possuem rizoma que produzem novos conjuntos de folhas a cada ano. As folhas são do tipo megafilo, sendo as partes mais visíveis do esporófito. Por serem desenvolvidas, as folhas das samambaias conseguem captar mais luz e, consequentemente realizar uma fotossíntese mais eficiente, do que as folhas dos licopódios. Na maioria das espécies as folhas são compostas, isto é, apresentam o limbo dividido em unidades menores designadas folíolos, que se originam de ambos os lados de um eixo denominado raque. Em quase todas as samambaias, as folhas jovens são dobradas sobre si numa forma circular, sendo chamadas de báculos (Figura 3). Os esporângios geralmente estão localizados na face inferior das folhas em agrupamentos denominados soros, que podem aparecer como linha, pontos ou manchas amplas (Figura 4). O esporófito origina gametófitos bissexuados com formato cordiforme, recebendo o nome de protalo. O ciclo de vida das samambaias está ilustrado na figura 5.

Figura 3. Báculos, as folhas jovens enroladas que ocorrem em quase todas as samambaias. Foto: Peeravit / Shutterstock.com

 

Figura 4. Face inferior de folha de samambaia com soros. Foto: rodriguesromulo / Shutterstock.com

 

Figura 5. Esquema do ciclo de vida de uma samambaia. Ilustração: Kazakova Maryia / Shutterstock.com [adaptado]

As espécies de Equisetum, conhecidas como cavalinhas (Figuras 1E e F), são amplamente distribuídas em lugares úmidos e encharcados. São caracterizadas pelos caules articulados e textura rugosa, apresentando folhas com formato de escamas. As cavalinhas são homosporadas e os esporângios são reunidos em estróbilos localizados no ápice do caule. Os ramos férteis de algumas espécies não contêm clorofila.

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Lêmure

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Lêmure é o nome genérico que damos a todas as espécies de primatas da infra ordem Lemuriforme. São animais endêmicos da ilha de Madagascar, com hábitos arborícolas, de herbivoria e noturnos. Têm características parecidas com as dos Símios. A variedade alimentar muda conforme a espécie, sendo que existem os herbívoros e onívoros. Comem folhas, frutos, ovos, pequenos vertebrados e insetos. Alguns são bem especialistas, como os comedores de folhas de bambu. Se locomovem pulando nas árvores, sendo ótimos saltadores, mas não possuem caudas preênseis.

As espécies possuem coloração variada, que vão de preto e branco, a marrom, cinza e ruivo. Possuem uma pelagem macia, caudas longas. A variação de tamanho e peso é grande, dependendo da espécie. Têm animais de 30 g e até de 10 kg. Os registros fósseis de espécies extintas mostram animais de 240 kg. Têm unhas no lugar de garras e um polegar oponível. Uma marca deste grupo é a presença de uma unha no segundo dedo, utilizada na sua higiene.

A infra ordem é dividida em duas superfamílias:

Superfamília Cheirogaleoidea

Família Cheirogaleidae: lêmures anões e lêmures ratos: São os menores lêmures, medindo de 12 a 27 cm de comprimento, pesando de 30 a 460 g. Estão distribuídos por 21 espécies, em 5 gêneros (Allocebus, Cheirogaleus, Microcebus, Mirza e Phaner). São restritos às áreas florestais de Madagascar e geralmente são onívoros, comendo frutas, insetos, folhas, pequenos vertebrados, etc. Apresentam maior atividade noturna. São animais sociais, que utilizam vários tipos de vocalização para se comunicarem e algumas espécies possuem comportamento monogâmico. Alguns grupos hibernam e são capazes de acumular gordura na cauda e em membros posteriores, para o período de hibernação. As fêmeas têm 2 meses de gestação e dão à luz 2 a 4 filhotes.

Superfamília Lemuroidea

Família Lemuridae: Lêmures verdadeiros: Esses lêmures são encontrados apenas em Madagascar e nas Ilhas Comores. É um grupo de 19 espécies colocadas em 5 gêneros (Eulemur, Hapalemur, Lemur, Prolemur e Varecia). Estes primatas pequenos ou médios são herbívoros ou onívoros, arborícolas e diurnos. Possuem glândulas pelo corpo, como no braço e no ânus, para liberar seu cheiro característico na marcação de território. Existem espécies solitárias e outras que vivem em grupos de até duas dezenas de indivíduos. Tem espécies que podem pesar 10 Kg, enquanto outras pesam algumas gramas, apenas. Possuem dentes molares tri tuberculares e os primeiros incisivos contém um espaço entre eles.

Lêmure verdadeiro (Família Lemuridae). Foto: yakub88 / Shutterstock.com

Família Lepilemuridae: São os lêmures esportivos de porte médio, com 7 espécies vivas, dentro de um único gênero: Lepilemur. Lêmures esportivos se alimentam principalmente de folhas, incluindo também algumas flores, frutas e casca em suas dietas. Eles têm hábitos solitários, mas suas densidades podem ser altas. Esta família tem uma relação estrita com os Megaladapis, gênero de gigantes que foram extintos. Pesavam até 80 Kg e tinham hábitos parecidos com os de coalas. Os lêmures esportivos possuem tamanho médio, pesando de 500 a 900 g. Os machos possuem territórios maiores do que os das fêmeas e pode haver sobreposição deles. Este grupo de animal está ameaçado, devido à caça e à fragmentação de habitat.

Família Indriidae: Lêmure-lanudo ou felpudo: São distribuídos em 3 gêneros (Avahi, Indri e Propthecus) e 12 espécies. Muitas espécies desta família foram extintas, pela caça e fragmentação de habitat. São encontrados em florestas e áreas parecidas com cerrado, mas preferencialmente em florestas mais maduras, com árvores grandes. Existem espécies que podem pesar até 10 Kg. As fêmeas possuem um único par de mamas e não há dimorfismo sexual conhecido. No período reprodutivo os machos ficam agressivos e disputam as fêmeas, para acasalamento. Elas escolhem os machos dominantes. O período de gestação varia entre as espécies, podendo ir de 130 a 150 dias. Os filhotes podem mamar até os seus 6 meses de idade.

Referências:

https://animaldiversity.org/accounts/Lemuridae/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lêmure

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Elefante asiático

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Os elefantes são um grupo de mamíferos da ordem Proboscidea e da família Elephantidae. Os proboscídeos representam uma família gigante de herbívoros que surgiu no período Terciário. Os primeiros não eram tão grandes e não tinham as mesmas estruturas de tromba e presas. Atualmente, existem três espécies vivas de elefantes, duas são de Elefante africano - Loxodonta africana e Loxodonta cyclotis e uma de Elefante asiático (Elephas maximus).

O elefante asiático, hoje está distribuído em apenas 5% do território original, em fragmentos descontínuos, na Índia e sudeste da Ásia. Vivem em regiões florestais, pradarias, florestas úmidas, arbustivas, ou seja, em uma variedade de habitats, até 3000 m de altitude.

Características

Os elefantes asiáticos são herbívoros, nômades e passam até 18 horas por dia forrageando. Precisam ingerir, pelo menos, 10% da sua massa corporal, diariamente. Os machos são muito maiores que as fêmeas, podendo pesar até 6 toneladas e medir 3 metros de altura, enquanto elas chegam a 3,5 toneladas e 2,4 m de altura. Apenas os machos possuem as presas, que são os segundos dentes incisivos alongados para cima.

Elefante asiático. Foto: Andaman / Shutterstock.com

Diferenças entre elefantes africanos e asiáticos: enquanto o asiático possui uma estrutura, que parece um dedo, na ponta da tromba, o elefante africano possui duas dessas estruturas. Os africanos são maiores, com o dorso menos arqueado, possuem apenas três unhas na pata traseira, enquanto Elephas possuem quatro unhas.

Existem 3 subespécies de Elephas maximus:

  • Elephas maximus indicus: Encontrado na Índia e Península de Manacá, é a subespécie mais abundante.
  • Elephas maximus maxiumus: Quase 90% da população de machos não possuem as presas, são endêmicos do Sri Lanka e às vezes ultrapassam os 3 metros de altura, o que os tornam a maior subespécie.
  • Elephas maximus sumatrensis: É a espécie de menor tamanho, alcançando no máximo, 2,3 m de altura. São endêmicos da Sumatra.

Elefante asiático da subespécie Elephas maximus indicus. Foto: Vladimir Wrangel / Shutterstock.com

Reprodução

A fêmea fica no cio por 3 a 7 dias e usam sinais químicos, auditivos e visuais para mostrar aos machos que está no cio. Os machos disputam entre si, mas é a fêmea quem selecionará o macho mais forte e apto para acasalar. Os machos passam a reproduzir substâncias em suas glândulas, no período reprodutivo, que ele usa para marcar território e competir. Neste período a testosterona está elevada e eles se tornam mais agressivos. Os machos que estão produzindo essa substância, atraem mais as fêmeas, que os escolhem, mostrando que essa produção nas suas glândulas é importante na seleção sexual destes elefantes. Os mais novos não produzem ainda, ou produzem pouco e vai aumentando conforme ficam mais velhos. Uma fêmea reproduz a cada 4 ou 5 anos, sendo que sua gestação dura de 18 a 23 semanas e tem um filhote, por vez. Gêmeos são raros. Os filhotes nascem com 100 kg e mamam constantemente até os 2 anos, mas só param de mamar com 4 anos de idade e se tornam independentes até os 5 anos. A maturidade sexual das fêmeas e machos é atingida entre 10 e 15 anos, quando estão bem nutridos. Mas as fêmeas optam por acasalar com os mais fortes, que geralmente são os mais velhos, acima de 20 anos de idade. Podem viver 70 anos em vida livre e mais de 80 em cativeiro.

É uma espécie social, na qual as fêmeas quem cuidam dos filhotes, formando grupos de mais de 20 indivíduos aparentados, que se ajudam entre si, na criação dos jovens, os quais aprendem todos os comportamentos com as mais velhas. Os machos jovens se separam e passam a viver em algum grupo com outros machos, até que alcancem a idade reprodutiva e se tornam solitários.

Ameaças

Elephas maximus está em perigo de extinção, segundo a lista vermelha da IUCN, mas o de Sumatra aparece como criticamente ameaçado. As maiores ameaças são a fragmentação e perda de habitat, conflitos com humanos e caça. A busca pelo marfim dizima populações de elefantes. Iniciativas de conservação e conscientização à população devem ser tomadas para que se proteja as populações restantes.

Referências:

https://animaldiversity.org/accounts/Elephas_maximus/

https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Asian_elephant&oldid=824930475

https://animaldiversity.org/accounts/Proboscidea/

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